Na cama, à noite, enquanto penso em meus muitos pecados e em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho que analisar que não sei se rio ou se choro, dependendo do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser. Minha nossa, agora estou confundindo você também.
Antigamente dormir fazia todas confusões desaparecerem, hoje em dia apenas da uma leve pausa, para depois voltar o dobro de ideia erradas e em conflito.
Quero aquela calmaria, esse vento leve com aroma de flor em meus dias, desfrouxar meus pensamentos um pouco da realidade paralela. Quero um sorriso sincero acompanhado daquele abraço apertado. Não que eu precise com urgência, mas não me sinto a vontade com simpatia forçada, com a exigência de algo que não existiu entre duas pessoas. É a falta de cor em meus dias, o tom acinzentado que me apego a solidão. Uma temporada fria e úmida onde vejo a dependência em meus sonhos sobre algo que me faça bem e que me tire desse poço de escuridão.
SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI.